domingo, 26 de janeiro de 2014
Danger capitulo 20
POV KELSEY
A Senhora Longo estava falando sobre coisas pouco interessantes, geralmente conhecidas por Geometria. Eu só pensava em Justin e nas coisas que eu tinha falado para ele, a cara dele estava tão engraçada, parecia que um carro havia o atropelado. Se eu pudesse, teria gravado aquele momento com meu celular.
Oh, espere, mesmo que eu pudesse gravar aquilo, eu não puderia porque tiraram meu celular e tudo graças a Justin.
Ok, então, ele não foi quem fisicamente tirou meu celular de mim. Quem tirou foi minha mãe que às vezes consegue ser absurdamente chata, mas foi por causa de Justin que fiquei sem minhas coisas.
Tirei meu cabelo da cara quando um papel acertou minha cabeça, me distraindo de meus pensamentos. Franzi as sobrancelhas e olhei para Carly que estava com um sorriso na cara.
- O que é isso? - murmurei para ela.
- Desculpa! Eu não queria acertar na sua cabeça, fiz pontaria para o braço… - ela mordeu seu lábio inferior inocentemente.
Revirei os olhos de brincandeira, olhando para ela antes de me inclinar para baixo e pegar a bola de papel que caiu no chão. Me inclinando para trás, eu desdobrei-o e me esforcei para entender as palavras rabiscadas no papel amassado.
É verdade?
Olhando para ela em confusão, eu peguei minha caneta, rabiscando uma resposta perguntando o que ela queria dizer antes de jogar o papel de volta para ela.
O capturando em suas mãos, ela desfez a bola de papel, a colocando sobre a mesa antes de escrever algo e jogando de volta para mim.
Quando o abri novamente, comecei a ler sua resposta imediatamente.
Que você conhece Danger?
Eu senti minha garganta se fechando quando li essas quatro palavras, mas garanti que não ficasse estampado em minha cara. A última coisa que eu queria era me entregar.
Eu escrevi dizendo que eu não sabia o que ela estava falando antes fingindo estar interessada nas figuras impossíveis que Sra. Longo desenhava na lousa.
Ouvi um baque na minha mesa e não poderia ajudar, e gemi interiormente para mim mesma. Me inclinando, peguei antes de abrir.
Não seja idiota Kelsey. Você sabe do que eu estou falando.
Eu me virei para olhar ela, acenando com minha mão para capturar sua atenção. Uma vez que consegui, fiz um gesto para o papel enrolado na minha mão antes de murmurar que eu realmente não sabia sobre o que ela estava falando.
Ela revirou os olhos para mim, me dirigindo um olhar matador. Assim que ela estava prestes a abrir a boca e murmurar algo de volta, a Sra. Longo a interrompeu.
- Tem algo que as duas senhoritas queiram comentar com toda a classe?- me virei para vê-la com os lábios franzidos e chamas em seus olhos.
- Não.- me inclinei em minha cadeira.
- Desculpa. - Carly se desculpou fazendo um gesto com sua mão.
Eu ri levemente, balançando a cabeça. Ela sempre foi a única que nunca se importou com o que as pessoas dizem ou pensam.
Quando o sinal tocou, eu cantei “aleluia” na minha cabeça. Mal podia esperar para chegar ao almoço e comer alguma coisa. Eu estou com uma fome do inferno. Jogando meu notebook na minha bolsa, corri para a porta só para ser parada por Carly no meu caminho.
Ela nunca vai deixar isso passar.
- O que é Carly?
- Você não respondeu minha pergunta na aula de matemática. -disse com naturalidade.
- Sim, eu respondi Carly.- lutei contra a vontade de revirar os olhos. Por que ela não podia simplesmente deixar isso para lá?
- Não você não respondeu - ela falou com voz rouca, sacudindo seu cabelo atrás de seu ombro. - Eu perguntei se você conhecia… - ela parou, olhando para se certificar de que ninguém estava em torno de nós antes de sussurrar no meu ouvido. - Danger.
- E eu te respondi que não sei o que você está falando. - respondi como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.
- Você sabe exatamente o que eu estou falando Kelsey. Você estava lá na festa quando ele falou com você.
- Foi tudo o que ele fez, Carly. Ele falou comigo e foi isso. - dei de ombros. - Eu não sei porque você está me perguntando isso agora. Isso foi há muito tempo atrás.
- Eu estou perguntando isso porque não sei se vocês se falaram além da festa. - falou cada palavra devagar como se ela estivesse tentando perfurar meu cérebro com elas.
- Nós não nos falamos mais! - exclamei baixo.
- Rumores dizem que vocês falaram.
- E você acredita neles?- arqueei a sobrancelha.
- Bem, eu não acreditaria se eu não soubesse que ele conhecia que você. - ela murmurou, me olhando desconfiada.
- Ele não conhece… - franzi minhas sobrancelhas. - Escuta Carly, eu não sei onde você quer chegar com isso mas para ser honesta, eu não me importo. Estou com fome. - coloquei uma mecha de cabelo atrás da minha orelha. - Eu não conheço Danger. Tudo o que ele fez foi dizer três palavras para mim e é isso, então o que quer que esses rumores idiotas digam, eles não são nada, simplesmente besteira.
Ela me olhou, tentando decidir se deveria acreditar em meu apelo. Tenho que admitir, sou uma ótima atriz.
Finalmente, ela suspirou, enquanto agarrava meu braço e me puxava para o lado.
- Escuta, se os rumores são verdadeiros ou não, eu não quero que você se envolva com ele.
- Ok, mamãe.- ri levemente, tentando aliviar o clima.
Isso não funcionou muito bem.
Ela balançou a cabeça.
- Não, eu estou falando sério Kels. É ruim o suficiente ele vir para a escola agora, eu não preciso dele se agarrando a você. Ele não é nada além de más notícias. Danger é conhecido na cidade e até mesmo em outros lugares. Todo mundo o conhece, e ele conhece todo mundo. Ele tem feito coisas que você não pode sequer imaginar. - ela me olhou nos olhos agora, mantendo um bloqueio constante sobre eles. - Eles não o chamam de Danger por nada.
Eu estaria mentindo se dissesse que um rastro de arrepio não subiu por minha pele. - Ok, Carly. Eu entendi. Posso ir comer agora? - voltei a andar pelo corredor.
Ela suspirou antes de assentir com a cabeça.
- Yeah, que seja. Te vejo mais tarde.
- Até mais.
Eu acenei antes de me virar e tomar meu caminho pelo corredor em direção ao refeitório.
Graças a Deus isso acabou.
Quero dizer, eu amo Carly até a morte e eu sei que ela tem boas intenções, mas eu odeio como ela não consegue deixar as coisas para lá. Se a resposta é não, é não. Simples assim.
Meu estômago estava roncando e eu mal podia esperar para entrar na cantina. Me chame de dramática mas eu praticamente não comi todo o dia ontem.
Assim que eu estava abrindo as portas para entrar na cantina, fui puxada para trás.
- Mas o que…
- Hey babe.
Eu revirei os olhos assim que Justin apareceu na minha frente.
- O que é agora, Bieber?
- Não revira seus olhos para mim. - ele susurrou. - Você sabe o quanto eu odeio isso. - ele exclamou modestamente.
Eu continuei quieta, não querendo provocá-lo.
- Sério, Justin. O que é? - olhei à minha volta para garantir que ninguém estava por perto, especialmente Carly.
- O que está acontecendo com você?- ele me olhou estranho.
- O que você quer dizer?- Parei de olhar para longe, voltando meu olhar para ele. Mordi meu lábio inferior.
- Você parece que está se escondendo de alguém - ele enfiou as mãos nos bolsos das calças jeans com os polegares de fora.
- Sim, - fiz uma pausa. - de você.- provoquei.
Um sorriso divertido apareceu em seus lábios.
- Sério?
Eu balancei a cabeça, sorrindo levemente para ele.
- Bem, você se fudeu porque eu te encontrei.- ele sorriu.
- Droga!- murmurei brincando.
Ele riu com isso.
- Estou vendo que ainda tem humor.
- Bem, não poderia mudar em um ou dois dias, agora posso ir Bieber?- Arqueei a sobrancelha, o olhando.
Ele deu de ombros.
- Acho que não.
Olhei atrás de mim antes de me voltar para Justin.
- Ok, eu gostaria de ficar e conversar mas estou com fome.- Fiz um gesto para trás em direção ao refeitório. - Então, te vejo por aí.- Me virando, estava quase abrindo a porta quando Justin falou.
- Espera.- me chamou, pressionando sua mão contra a porta, a parando antes que ela abrisse.
Eu suspirei. Está todo mundo contra eu comer hoje?
- O que é agora, Justin?- olhei para ele.
- Quer ir em algum lugar comigo?
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- Eu não acredito que estou fazendo isto.- Murmurei seguindo Justin enquanto estávamos saindo do armazém.
Justin riu e segurou a porta aberta para mim enquanto eu saí na frente dele até uma colina. Deixei escapar um sorriso no momento enquanto tomava um ar em torno de mim, olhando para o céu.
Justin fez seu caminho ao meu lado enquanto olhava o lugar. Olhando para ele, eu não poderia deixar de lembrar a última vez que ele me trouxe aqui. Eu sempre me perguntei porque ele fez isso em primeiro lugar, e porque está me trazendo de novo agora.
Antes que eu me pudesse impedir…
- Por que você me trouxe aqui?
Deixei meus pensamentos falarem em voz alta.
E pensar que eu tinha superado fazer coisas estúpidas como essa…
Justin se virou para mim.
- O quê?
Mordi o lábio.
- Deixa para lá.- balancei a cabeça, desviando o olhar.
- Não, fala!
- Você não vai deixar isso para lá, não é?- murmurei.
- Não.
Deixei escapar um suspiro profundo, olhando para ele mais uma vez.
- Eu perguntei porquê você me trouxe aqui.
Ele sugou seus dentes, balançando levemente a cabeça.
- Ah.- murmurou.
- É…- Eu brincava com meus dedos, os nervos tomando conta de mim. Eu não sei porquê, mas aguardar sua resposta estava me matando lentamente.
- Eu…bem, eu não sei, para ser honesto.- deu de ombros. - Eu queria ficar longe um pouco e pensei que tinha que te recompensar pelo que te chamei antes.
Eu franzi minhas sobrancelhas em confusão.
- Você sabe - ele balançou nos próprios pés. - Quando eu falei que você era uma putinha…- falsificou uma tosse logo depois.
Eu arqueei uma sobrancelha em surpresa. Quando me toquei sobre o que ele falava, sorri.
- Justin Bieber está se desculpando?
Ele riu.
- Não, isso nunca.
- Não é o que você tentou dizer?- apoiei meu peso em meu quadril esquerdo, enquanto cruzei os braços contra o peito.
- Não, eu disse que tinha que fazer isso com você. Eu nunca realmente me desculpei. - Ele me corrigiu.
Eu ri.
- Você age como se se desculpar fosse um crime. - balancei a cabeça, enquanto descruzava os braços. - Você já fez isso antes de perceber que estava fazendo. - Eu o empurrei, brincando.
- Não se acostuma com isso. - Ele sorriu maliciosamente.
- Não se preocupe, eu não vou.- fingi um sorriso antes de desviar meu olhar para longe dele e olhar o céu colorido.
- Você sabe, você me deve uma.- falei mais uma vez.
Ele soltou uma risada aguda.
- Porquê?
Eu dei de ombros.
- Por tudo.
- Por tudo como por exemplo…?- Ele fez uma pausa, esperando que eu preenchesse o espaço em branco.
- Por salvar você.- respondi inteligentemente balançando minha cabeça para o lado, sorrindo.
- Se alguém salvou alguém aqui, fui eu.- Ele apontou para si mesmo.
Eu soltei uma risada aguda.
- Você está brincando comigo?
- Não Jones, eu não estou.- lambeu os lábios. - Eu salvei você de Bruce e de todos os caras. Se não fosse por mim , você provavelmente estaria morta agora.
Eu congelei.
- O quê?
- Não seja idiota, Kelsey. Você realmente acha que os caras iam deixar você ir depois de você testemunhar um assassinato?
Eu abri minha boca e fechei em seguida.
- Exatamente.- Ele apontou para mim com um sorriso no rosto.
- Apesar do fato de você ter me salvado, eu salvei a sua vida mais de uma vez.- Eu apontei.
- Oh, eu não sei- Toquei em meu queixo, fingindo pensar. - Para começar, quando meus pais me perguntaram onde eu estava na noite em que você praticamente me sequestrou…
Ele abriu a boca para dizer alguma coisa, mas eu o interrompi antes que ele falasse.
- Quando você foi esfaqueado e quando a Carly me perguntou se nós falamos.
- Carly?
- Minha melhor amiga.- expliquei.
Uma sombra escura foi emitida nas suas feições.
- Por que ela perguntou isso?
- Eu não sei.- dei de ombros. - Mas não é esse o ponto.
- Kelsey, o que ela disse exatamente?
- Ela só perguntou se nós conversamos.- lhe lancei um olhar estranho. -
- Por quê?
- Não pode ter pessoas sabendo que nós nos falamos.- Ele murmurou baixinho, mas eu ouvi claramente.
- Por quê?- Juntei minhas sobrancelhas.
- Você e todas essas perguntas, porra…- murmurou com uma certa irritação.
- O que posso fazer? Eu sou uma garota, é da minha natureza querer saber dessas coisas.
- É melhor para você manter sua boca fechada.- Ele cuspiu.
Revirei os olhos.
- Você realmente precisa parar de fazer isso.
- Fazer o quê?
- Ser bipolar.- Eu disse, como se fosse a coisa mais óbvia do mundo. - Uma hora você está feliz e depois você quer matar alguém.- joguei minhas mãos no ar.
- Tente ser eu por um dia, ter que lidar com seus caras na sua cola, e em seguida, uma garota que não para de fazer perguntas e de ser uma chata do caralho. - Ele se defendeu. - Não é fácil.
- Escuta Bieber, eu já passei mais em um dia do que qualquer outra garota neste mundo abandonado por Deus, por isso, se alguém está estressado aqui, amigo, sou eu.
Ele riu.
- Você só lidou com essa merda por um dia, possivelmente mais. Tente ter que lidar com isso há anos.
Eu fiquei quieta.
- Você ainda me deve uma.- murmurei depois de alguns segundos.
Ele riu.
- Sim? Bem, você me deve uma também.
Revirei os olhos.
- Que seja.
Ele riu.
- O que você quer?
- Hein?- olhei para ele.
- Eu perguntei o que você quer.- Ele lambeu os lábios novamente. -Você sabe, como pagamento por você ter me salvado tantas vezes.- Ele sorriu.
- Bem, para começar, eu estou com fome.- ri. -Porque alguém decidiu me levar quando eu estava prestes a ir para o refeitório comer.
- Tudo bem, tudo bem…- Ele ergueu as mãos em sinal de rendição. - Vamos conseguir algo para comer, então.
Aplaudi mentalmente, sentindo meu estômago revirar de uma forma agradável.
- Obrigada.
Ele acenou com a cabeça como resposta.
O silêncio dominou à medida que continuamos quietos, olhando para as nuvens em movimento. Eu tranquei meu lábio inferior nos meus dentes.
- Você sempre faz isso.- Ele cortou o silêncio com um sorriso suave.
- Faço o quê?- enruguei meu rosto, olhando para ele mais uma vez enquanto ficava vesga com a luz solar.
- Morde seu lábio.- Ele se virou, de modo que estava completamente de frente para mim, da cabeça aos pés.
Inclinei minha cabeça para o lado.
- Se importa em elaborar?
- Toda a vez que você está nervosa…- Ele avançou para perto de mim.
- Você…- Ele puxou a mão de um de seus bolsos enquanto se inclinava para frente e suavemente encostava os dedos contra meus lábios, fazendo com que meu estômago desse piruetas. - Morde seu lábio inferior.
Eu nem percebi o quanto ele estava perto de mim até que senti sua respiração quente contra meu rosto.
- Não. Eu não mordo.- me defendi rapidamente, apesar do desejo que crescia dentro de mim,
- Sim.- Ele deu mais um passo para perto de mim, pressionando seu peito contra o meu. - Você morde.- Ele susurrou contra meus lábios.
Minha respiração ficou pesada, as palmas das minhas mãos ficaram suadas. Eu não poderia fazer nada contra isso. Mordi meu lábio em silêncio.
- Viu?- Ele sorriu. - Você fez de novo.
Eu balancei a cabeça.
- Você sabe o que isso significa, certo? - Ele sussurrou, se movendo ainda mais contra mim.
Eu olhei para ele, engolindo minha saliva.
- O quê?
- Que você fica nervosa quando está perto de mim. - sussurrou, como se estivesse compartilhando um segredo comigo. Seu rosto estava a apenas milímetros de distância do meu agora e antes que eu pudesse determinar o que estava acontecendo, seus lábios foram pressionados firmemente contra os meus, me fazendo tropeçar um pouco para trás por causa do movimento repentino.
Eu estava beijando ele de volta, embora a força que ele usou. Passei os braços ao redor de seu pescoço e puxei-o para mais perto.
Gemendo, ele agarrou minha cintura, me puxando para mais perto ainda enquanto estava passando os dedos pelas laterais de meu corpo.
Justin riu quando se afastou por um segundo apenas para selar nossos lábios mais uma vez, arrastando a ponta da língua contra meu lábio inferior, pedindo entrada.
Abrindo minha boca, deslizei minha língua contra a sua e começamos a lutar pelo domínio.
Deslizando as mãos em torno da parte inferior das minhas costas, ele as moveu mais para baixo, segurando minha bunda nas palmas de suas mãos, me puxando para cima fazendo com que minhas pernas se envolvessem em torno dele.
Me empurrando contra ele, eu aprofundei o beijo, minha mãos alisavam a parte de trás de sua cabeça, puxando seus cabelos.
Gemendo, ele apertou minha bunda me fazendo gemer em sua boca antes que ele começasse a andar, me empurrando contra a parede, tirando uma de suas mãos da minha bunda, abrindo a porta que dava para o armazém antes de me agarrar de novo e andar para dentro.
Depois de alguns segundos, ele me deitou contra um sofá, se movendo em cima de mim.
Se afastando, ele moveu a cabeça para baixo, enquanto acariciava a dobra de meu pescoço depositando vários beijos ali, me fazendo gemer ainda mais alto do que antes.
Movendo-se para o outro lado do meu pescoço, ele começou a chupar e a mordê-lo, fazendo com que minha respiração ficasse ainda mais pesada. Minha área inferior começou a pulsar com toda a tensão sexual súbita me fazendo gemer de desejo.
Eu precisava me libertar. Eu iria ficar louca se não fizesse isso.
Puxando sua cabeça para mais perto do meu pescoço, empurrei minha parte inferior contra a sua, sinalizando que eu queria atenção.
Se afastando de meu pescoço, Justin pairava sobre meu rosto mais uma vez enquando lambia os lábios, as correntes em torno de seu pescoço pressionavam contra meu peito. Se inclinando, ele selou nossos lábios, se empurrando contra mim também, causando outro gemido de nós dois.
Gemendo contra ele, eu puxava seu cabelo mais uma vez e Justin começou a se mover no mesmo ritmo que eu, sua virilha agora pressionada contra minha área inferior me fazendo gaguejar em êxtase.
- Justin…- gemi quando me afastei dele.
- Eu sei docinho, eu sei…- ele gemeu, sua respiração pesada estava colidindo contra a pele de meu ombro.
Se movendo mais rapidamente contra mim, eu estava quase atingindo meu ápice. Com mais alguns movimentos de Justin, eu me soltei em segundos assim que nós gememos em uníssono.
- Adivinha, docinho? - Justin sussurrou sensualmente em meu ouvido, sua respiração irregular estava me excitando ainda mais.
- O quê?- sussurrei de volta.
- Eu acabei de te levar ao seu primeiro orgasmo
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