domingo, 26 de janeiro de 2014

One love capitulo 24


Acordei e Nick ainda estava dormindo como uma pedra até resonava levantei e Claire também estava dormindo no berço o meu iphone tocou e eu fiquei admirada eram 07:00h da manhã e Kelly estava me ligando.
Ligação on
- Oi. - sussurrei sai do quarto e fechei a porta.
- E AI MINHA BITCH.- ela gritou.
- ligando a essa hora?
- Estou chegando ai.
- NÃO ACREDITO VADIA.- gritei sem querer.
- pode acreditar e tenho uma novidade maravilhosa você vai surtar.
- até estou com medo.
- não precisa ter Bella você vai amar.
-ai sério quando você vem?
- daqui a 30 minutos.
- estou te esperando.
-Tchau te amo.
- te amo até já.
Ligação Off.

Desliguei o telemóvel e fui preparar o café da manhã. Até que sou surpreendida por Nick que beijou o meu pescoço e eu me afastei.
- é assim então me beija como se nada tivesse acontecido?
eu já não tenho tempo nem paciência para suas crises e inseguranças.
- não são crises eu sei muito bem que ainda gosta dele não insegurança porque eu é que tive que aturar você meses e meses chorando quando ia dormir. CHORANDO POR AQUELE MERDA SE QUEM TE SUSTENTA E SUSTENTA A CLAIRE SOU EU.
- SE EU SOUBESSE QUE IRIA OUVIR ISSO DE VOCÊ EU NUNCA TINHA VINDO COMO VOCÊ E SE O SEU PROBLEMA É SUSTENTAR UMA MÃE COMO UMA FILHA COM POUCOS MESES DE VIDA. EU VOU EMBORA.- sai correndo e fui fazer aa minhas malas e da Claire.

- Desculpa amor eu me descontrolei.- ele passou a mão no meu braço e eu empurrei ele.

- não precisa pedir desculpa foi bom porque assim você falou o que acha.a burra desta historia fui eu tenho certeza que apesar de tudo o Justin me amou mais do que você ja que eu fui um peso para você.

- é isso que você acha?- respondi sim com a cabeça e ele pegou o meu rosto e olhou no fundo dos meus olhos com os olhos cheios de lágrimas.- eu te amo Bella eu falei aquilo por medo de te perder me perdoa você é a mulher da minha vida. Me perdoa?

One love capitulo 23



1 ano depois 
Eu e o Nick nos casámos e tive uma filha linda a Claire. Ela é igualzinha ao pai cabelos dourados olhos cor de mel o labio tudo nela ne faz lembrar ele. Mas 
Estava dando pápa para a Claire quando o Nick chega em casa.
-oi meus amores-me deu um selinho e um beijo na testa da Claire.
-oi amor.
- Já jantou?-perguntou mechendo na geladeira.
- não, estava te esperando,mas o jantar já está pronto.- falei balançando a Claire para faze-la adormecer.
- quer jantar agora?
- não espera, tenho que fazer ela dormir.
- deixa que eu faço isso você está cansada.- veio até mim e pegou a Claire no colo abraçando e dando beijos.
-obrigada amor vou arrumar a mesa.-dei um beijo no seu rosto.
................................................
-ela dormiu rápido.- ele se sentou na mesa e se serviu.
- é ainda bem estou morta.- falei servindo o seu prato.
-ja te falei que podemos contratar um empregada.
- eu é que quero cuidar da minha filha e não precisamos gastar.
- dinheiro não é problema Bella.
- eu sei mas não precisa.
- ok você que sabe amor.Pega o control/comando da tv está do seu lado. Por favor.
- toma- peguei e entreguei a ele que colocou no jornal não estava dando nada de jeito até que deu uma notícia que chamou minha atenção:
"A nova sensação da musica pop Justin Bieber sairá em tornê muitos. O astro tem conquistado muitas fãs e vai iniciar uma turnê mundial...ainda não foram confirmados todos os paises da tornê."...
Depois de ouvir aquilo um sorriso se formou em meu lábios.Afinal o Justin agora é um cantor famoso e parece ser a algum tempo como eu ainda não saibia disso. Não consigo deixar de ficar feliz por ele, veio ne minha minha mente a primeira vez que ele cantou para mim e me pediu em namoro e uma lagrima caiu do meu olho limpei antes que o Nick visse e voltei a comer.
- Não precisa fingir que ver o Justin na tv não te afetou.- Nick falou chatiado.
- eu apenas fiquei feliz por ele mais nada.- respondi no mesmo tom que ele.
- por isso que vi uma lagrima sair do seu olho.
- chega ta cansei- levantei da mesa e fui para o quarto e fechei a porta. Mas ele entrou mesmo assim.
-precisa ficar assim?- perguntou se sentando do meu lado e passou a mão na minha perna.
-E você precisa ser tão grosso?-tirei sua mão da minha perna.
- desculpa mas não aguento ver você por causa daquele otário.
- não chama ele de otário. 
- agora até defende ele você não estava com raiva dele?
- ja não estou, estou é farta dessa conversa vou dormir tchau.- deitei e ele não falou mais nada. Deitou virado para outro lado.

One love capitulo 22


É isso mesmo estou indo embora criar o meu filho e do Justin sozinha só quando entrei no avião é que cai na real, será que vou me arrepender disso?
Será que foi um erro?
Não, não posso pensar nisso.Erro foi o que ele fez comigo. Nick passou a mão na minha perna tentando me tranquilizar, e me deu um selinho. Eu resolvi dar uma chance ao Nick tudo o que eu preciso agora é de amor e isso ele tem para me dar apesar de eu não corresponder e amar o Justin. Tenho que aprender a amar o Nick e vou tenho certeza com o tempo vou esquecer o Justin.

Justin's voice.

O que eu mais tinha vontade era de matar Nick aquele filho da puta pensa que pode ficar com a minha Bella, está muito enganado ela é minha só minha. Eu sei que errei mais ela vai me perdoar eu sei disso ela me ama. Não fui para a escola estava com a puta de uma dor de cabeça, depois do que a Bella disse e pela maneira que me tratou eu fui encher a cara sou homem não aguentei ver minha garota com outro. Mas hoje eu ia falar com ela, ela não deve ter ido na escola ja que a mãe morreu por isso eu vou na casa dela me acertar com ela.
....................................
Bati na porta e ninguém abria fiquei preocupado onde será que ela está? 
Logo me lembrei da Kelly que de certeza sabe onde ela está.

Ligação on
Kelly: TU QUER MORRER?
Jus: porquê?
Kelly: como tem coragem de ligar para mim depois do que fez com minha melhor amiga?
Jus: eu errei eu sei mas quero saber onde ela está.
Kelly: tarde de mais Bieber ela foi embora para outra cidade com o Nick. NÃO CUIDOU PERDEU BIEBER.
Jus: vai fala logo onde ela está? 
Kelly: já falei o avião partiu hoje ás sete da manhã.
Jus: mas como ela foi...
Kelly: capaz? E você como foi capaz de trair ela?
Jus: para onde ela foi?
Kelly: você está querendo saber demais não? Agora bem feito para aprender a dar valor. Tchau. Beijos.
Ligação off.

Como ela foi capaz de ir embora e agora o que eu vou fazer?
Não imagino minha vida sem ela.

1 ano depois...

Danger capitulo 29



As memórias de hoje continuaram a vir como flashes pela minha mente, como um gravador quebrado. Desde o momento em que me fizeram apagar até eu acordar amarrada na cadeira, Luke me batendo, Andrew me cortando… até acordar amarrada na cama e Luke forçando suas mãos em mim. 
As lágrimas se acumularam em meus olhos mais uma vez enquanto eu lutava para que elas não saíssem. 
Eu era mais forte que isso e sabia disso. Eu precisava me recompor para o bem de todos e para meu próprio bem.
Eu nunca deixei ninguém, nem mesmo Justin, ficar no caminho de quem eu sou e isso não vai acontecer agora. 
Nenhum filho da puta irá arruinar isso. 
Enxugando meu rosto, eu funguei, voltando ao normal antes de acabar meu banho e sair da banheira, enrolando uma toalha em volta de meu corpo. 
Me secando cuidadosamente, estremeci com cada machucado que tocava, com cuidado para não apertar muito forte, antes de secar meus cabelos. 
Ignorando a dor nos meus pulsos, passei a toalha pelos meus cabelos úmidos, deixando cair em meus ombros e depois prendendo em um coque bagunçado no topo de minha cabeça. 
Olhei para meus pulsos depois que acabei, sentindo meu estômago revirar. Eles estavam pretos e azuis com um corte profundo em volta por causa das cordas. 
Balançando minha cabeça, varri meu olhar pelo espelho olhando para mim mesma para ver que o corte que ia da minha bochecha ao meu pescoço havia parado de sangrar, graças a Deus.
Pressionando meus dedos no corte, mordi meu lábio quando virei de costas, não suportando olhar para mim mesma mais. 
Encontrando um roupão pendurado perto da porta do banheiro, o peguei, escorregando meus braços para dentro das mangas, enrolando em volta do meu corpo e amarrando na altura da cintura. 
Quando eu estava prestes a sair, ouvi vozes vindas do quarto de Justin. Franzindo minhas sobrancelhas, encostei minha orelha na porta, curiosa para saber o que estava acontecendo. 
- Eu não deveria tê-la deixado entrar naquele carro. - ouvi Justin murmurar. 
- Não, - alguém retrucou. - Você não devia ter deixado mas o que está feito está feito e você não pode mudar isso Justin, mas eu sei o que você pode fazer.
Mordi meu lábio com a pausa. 
- Você pode garantir que ela esteja bem e pode confortá-la porque isso é o que ela mais precisa no momento. Ela não precisa de você se torturando com tudo isso. Ela precisa de alguém para estar lá por ela e nós dois sabemos que esse alguém é você. - ouvi alguns passos antes de pararem. - Oh, e Justin?
Outra pausa. 
- Você pode achar que é invencível, mas nós todos despencamos algumas vezes. - e então a porta se fechou. 
Mordi meu lábio inferior, processando o que o estranho havia falado e então abrindo a porta do banheiro lentamente, encostando na porta apenas para ver Justin olhando para a porta do quarto, de onde quem quer que seja havia saído, a tristeza evidente em seu rosto. 
- Ele está certo, você sabe. - eu disse. 
JUSTIN POV
Franzi minhas sobrancelhas, me virando para a porta do banheiro para ver Kelsey em pé ali com um roupão amarrado em volta de seu corpo, seu cabelo preso em um coque bagunçado no topo de sua cabeça. Apesar de sua condição atual, ela ainda conseguiu ficar linda. 
Continuei em silêncio, apenas a olhando. - Venha cá. - sussurrei, fazendo um sinal com a cabeça para que ela viesse. 
Ela mordeu o lábio, contemplando o que eu disse e vindo até mim. 
Eu estava sentado na ponta da cama, meus pés pressionados contra o chão de madeira. Uma vez que Kelsey chegou à minha frente, eu coloquei minhas mãos em sua cintura, a puxando para perto de mim. - Você está bem? - sussurrei. 
Ela assentiu. 
- Não minta para mim. - murmurei, olhando em seus olhos. 
Ela desviou o olhar de mim brevemente antes de suspirar. - Eu estou bem. 
Assenti. - Seu corpo dói? 
Ela assentiu, mordendo o lábio. - Sim…
Me inclinando, eu toquei os machucados em sua bochecha, escorregando meu dedo pelo corte até o pescoço. 
Ela estremeceu. 
- Me desculpe. - sussurrei. 
Ela balançou a cabeça. - Você não tem nada pelo que se desculpar. 
- Eu cometi um erro—
- Nós dois cometemos um erro, Justin. - ela balançou a cabeça, fazendo com que alguns fios de sua franja caíssem sobre seu rosto. 
Eu acariciei sua bochecha gentilmente. - Eu devia ter te contado a verdade sobre Jen. 
- E eu não deveria ter entrado naquele carro. - ela deu de ombros, olhando para suas mãos. - Nós não podemos consertar o que já foi feito. 
Eu assenti. - Eu sei, eu só queria ter te salvado antes. 
- Mesmo se você tivesse, você sabe que Luke teria encontrado outro jeito de me machucar. - ela murmurou. 
Virei sua cabeça para que ela olhasse dentro dos meus olhos novamente. - Ele nunca mais vai te machucar, você está me entendendo?
Ela assentiu. 
- Ótimo porque a partir de agora, eu não vou te deixar sair da minha vista. - ri suavemente, querendo melhorar o humor. 
Ela abriu um sorriso fraco. - Isso é uma promessa? - ela riu. 
- Oh, é uma promessa sim. - sorri. 
Ela balançou a cabeça, corando um pouco. 
Eu sorri, olhando para ela. Como eu tive tanta sorte de achar uma garota como você?
- Huh? - Kelsey olhou para mim com as sobrancelhas arqueadas. 
Nem percebi que havia realmente falado. 
Pigarreando, desviei meu olhar. - Nada. - lambi os lábios. 
- Não minta para mim. - ela sussurrou usando minhas próprias palavras de antes contra mim.
Eu olhei para ela,  meu coração batendo aceleradamente. - Eu… - pigarreei. - Eu disse como tive tanta sorte em encontrar uma garota… - peguei em sua mão. - Como você? - murmurei, a puxando para mais perto de mim, para que ela ficasse entre minhas pernas. 
Ela se inclinou levemente, encostando sua testa contra a minha. - Eu não sei. - ela brincou. - Mas para ser honesta, estou feliz de ter achado alguém como você. - ela sorriu. 
- Você quer dizer egoísta, mal humorado, ignorante, babaca? - eu ri, acariciando seus quadris levemente com os polegares. - Duvido muito disso, babe. 
Ela riu. - Isso compensa minha teimosia e o fato de eu ser tão vadia. - ela deu de ombros, rindo. 
Eu ri, envolvendo meus braços em torno dela e trazendo-a para mais perto. - Eu estava com tanto medo de te perder… - sussurrei.
Ela me encarou nos olhos tristemente, mordendo o interior de sua bochecha. - Você nunca poderia me perder. - ela murmurou. - Mesmo que quisesse. 
- Nunca. - lambi meus lábios, olhando de seus olhos para sua boca. Passando os dedos pelos fios soltos na parte de trás de seu cabelo enquanto segurava sua bochecha esquerda com a palma de minha mão direita, eu respirei profundamente, a puxando toda para mim. 
Kelsey se inclinou para mais perto ainda, seus olhos encarando meus lábios.
Eu levei meus lábios para perto dos dela lentamente, nossas respirações colidindo enquanto encarávamos profundamente um os olhos do outro. - Posso? - sussurrei. 
Ela assentiu, pressionando suas mãos contra meu peito. 
Lambendo meus lábios para umedecê-los, eu fechei meus olhos antes de pressionar firmemente meus lábios contra os dela. 
Kelsey relutantemente começou a beijar de volta, seus lábios se encaixando aos meus com perfeição. 
Eu colei nossos corpos com a minha mão livre que ainda estava firmemente colocada contra seu quadril, meus dedos passando por sua pele suavemente enquanto empurrava meus lábios contra os dela. 
Envolvendo seu braço em volta de meu pescoço, ela puxou minha cabeça para mais perto da dela, nossos narizes de encostando devido à força de nosso beijo. 
Movendo minha mão de sua bochecha para sua cintura, eu envolvi meus braços em volta dela, a puxando para que ela ficasse sobre meu colo, montada em mim. 
Ficando mais confortável, Kelsey partiu o beijo, olhando nos meus olhos, seu peito subindo e descendo pesadamente antes de ela morder seu lábio, aninhando a cabeça na minha nuca e pressionando seus lábios na pele de meu pescoço, onde ela começou a chupar e morder. 
Eu gemi, movendo meu pescoço para o lado de maneira a dar-lhe mais espaço para fazer o que quisesse. 
Escorreguei minha mãos para baixo de sua cintura, pegando em sua bunda e apertando, fazendo-a soltar um gritinho de surpresa. Eu ri. 
Se afastando do meu pescoço, ela pressionou os lábios nos meus novamente, recomeçando nossa sessão de amassos. 
Senti suas mãos contra meu peito enquanto ela empurrava, me fazendo deitar na cama e ela ficar por cima de mim, seus lábios nunca se separando dos meus. 
Eu agarrei sua cintura antes de nos girar para que eu ficasse por cima dela. Movendo os beijos de sua boca para seu pescoço, comecei a dar o mesmo prazer que ela me deu, dessa vez, usando mais a língua e os dentes, resultando no doce som de seus gemidos sendo libertados. 
Voltando aos seus lábios, comecei a beijá-la novamente, lambendo seus lábio inferior pedindo entrada, a qual ela aceitou com prazer. Escorreguei minha língua para dentro e nós começamos a lutar pela dominância. 
Se afastando, Kelsey nos girou casualmente, para que ela ficasse por cima mas ao invés de colar novamente nossos lábios como pensei que faria, ela sentou no meu abdômen inferior. Olhei para ela interrogativamente.
Ela mordeu o lábio, escorregando suas mãos até os nós no roupão. Eu olhei para suas mãos, antes de olhar de novo em seus olhos. 
Ela respirou profundamente, quase pronta para puxar as cordas que se ela o fizesse, iria revelar muito de seu corpo maravilhoso para meus olhos ávidos. 
E por mais que eu quisesse, não podia deixá-la fazer isso. 
Segurei suas mãos gentilmente. - Não. - murmurei. 
Ela franziu as sobrancelhas, olhando para mim curiosa. Franziu a testa. - Por que não?
Ela parecia tão inocente, a única coisa que pude fazer foi pigarrear e desviar o olhar brevemente. - Porque, - balancei minha cabeça, olhando de volta para ela. - Nós não podemos. Não assim. 
Ela soltou as cordas do roupão, sua testa se enrugando ligeiramente. 
Eu me apoiei em meus cotovelos. - Não leve para o lado pessoal, baby. Eu iria amar fazer isso com você, não me entenda errado, mas eu não sinto  que é certo fazê-lo agora. Não depois de tudo que aconteceu. - me inclinei, passando meus dedos pela sua bochecha. 
Ela assentiu, saindo de cima de mim e se sentando na cama. 
Eu levantei uma sobrancelha. - Não me lembro de ter dito que você devia sair daquela posição. - eu ri. 
Ela rolou os olhos em brincadeira. - Que pena. - mostrou a língua. 
Ri levemente. - Durma um pouco, ok? - sussurrei enquanto me sentava. - Você teve um longo dia. 
Eu podia ver a dor passar pelos seus olhos quando o pensamento do que aconteceu voltou à sua mente. - Hey, - sussurrei, pousando uma mão na lateral de seu pescoço. 
Ela se virou para olhar para mim. 
- Ele nunca mais vai te machucar, tudo bem? Eu não vou deixar isso acontecer. - tentei reconfortá-la. 
Kelsey olhou para mim por alguns momentos antes de devagar porém seguramente, assentir. Levantando da cama, ela olhou para mim. - Você tem algo que eu pudesse vestir? Eu realmente não queria ir dormir apenas de roupas íntimas. - ela mordeu o lábio, desviando o olhar, suas bochechas corando. 
Eu ri levemente. - Yeah. - andei até minha escrivaninha, pegando um par de calças de moletom e uma blusa branca de gola V, a entregando. - Aqui está. 
Ela pegou as coisas, sorrindo. - Obrigada. 
Assenti, colocando minhas mãos nos bolsos. Estremeci um pouco quando o jeans esfregou contra meus dedos machucados. 
Percebendo isso, Kelsey engasgou. - Ai meu Deus! 
KELSEY POV
Eu estava tão envolvida comigo mesma que nem percebi que Justin estava tão machucado quanto eu, senão mais. Seu olhar quando suas mãos se esfregaram contra o jeans fez meu estômago se revirar. 
Foi então que eu notei os hematomas e arranhões em seu rosto. Me inclinei, pressionando meus dedos neles levemente, enquanto mordia meu lábio. 
Seu rosto permaneceu solene, enquanto ele fechou os olhos com meu toque, sua respiração falhando eventualmente. 
Ele parecia tão tranquilo. 
Me inclinei para ele, beijando cada hematoma em seu rosto. 
Ele abriu os olhos no momento em que me afastei. - Você provavelmente deveria checar esses. 
Ele balançou a cabeça. - Eu vou ficar bem. 
- Não. - cuspi. - Esses cortes não vão se curar sozinhos—
- Você sempre parece esquecer que sou acostumado com essas coisas, babe. Eu vou ficar bem. Nada que alguns remédios e merdas como essas não possam consertar. 
Eu suspirei, inclinando a cabeça para o lado enquanto olhava para ele. - O que eu vou fazer com você?
Ele riu, me puxando  para mais perto pelos quadris. - Que tal um beijo? - ele sussurrou. 
Antes que eu pudesse dá-lo uma resposta, ele abaixou a cabeça, capturando meus lábios em um beijo. 
Eu sorri, envolvendo seu pescoço com meus braços, aprofundando o beijo antes de me afastar vagarosamente, deixando minha testa encostada contra a dele. - Vá tomar um banho. 
- Se importa em se juntar à mim? - ele lambeu seus lábios, piscando para mim. 
Eu ri, o empurrando levemente. - Não, obrigada. 
- Quem perde é você. - ele riu, me dando um selinho e andando até o banheiro. 
Eu rolei os olhos. - Tenho certeza que é. 
Com uma risada ecoando atrás da porta fechada do banheiro, eu tirei o roupão do meu corpo, dobrando-o e deixando em cima da cama antes de vestir as calças de moletom e blusa de Justin, puxando o cobertor e me deitando embaixo dele na cama confortável de Justin. 
Meus olhos se fecharam e antes que eu soubesse, caí num sono profundo, o rosto de Justin era a única coisa em meus sonhos. 






A maratona continua?

Danger capitulo 28


JUSTIN POV
A volta de carro para minha casa foi em absoluto silêncio. John ficou de boca fechada olhando para frente e Kelsey olhava para fora, tremendo um pouco por conta do ar frio, já que ela estava apenas de sutiã com minha jaqueta por cima. 
Cerrei os dentes, trancando minha mandíbula. O pensamento de Luke colocando suas mãos nela me levaram ao meu limite.
Eu nunca deveria tê-la deixado entrar naquele carro.
Eu nunca deveria tê-la provocado e deixado-a com tanta raiva.
Eu deveria apenas ter contado a verdade sobre Jen de uma vez. 
Segurei ainda mais forte no volante, apesar da dor irradiando por todo meu corpo. Eu posso ter espancado Luke, mas ele fez bastante estrago também. 
John olhou para mim com um olhar de tristeza. 
EU balancei minha cabeça, tentando não ficar muito esquentado. 
Tudo que eu poderia pensar era em matar aquele desgraçado; fazê-lo pagar por quanto ele machucou Kelsey e eu deveria ter matado, mas não pude. Não com Kelsey me implorando para não fazê-lo. Seria uma coisa se fosse no calor do momento mas hoje… foi diferente. Ela estava assustada, sem blusa, ferida, cortada e desesperada para ir embora, eu não poderia deixá-la ainda mais triste.
Virando uma esquina, levou só mais alguns minutos até que dirigi pela entrada da garagem da casa e parei o carro. Recostei em meu banco, deixando que minha cabeça caísse contra o descanso de cabeça. 
O rugido suave do carro era o único som que podia ser ouvido, o que poderia fazer qualquer um de nós enlouquecer. 
John me olhou novamente, assentiu e me deu um tapinha no ombro, antes de abrir a porta, sair do carro e desaparecer na escuridão. 
Eu continuei em silêncio, não sabendo o que falar neste ponto. 
Ouvi alguns movimentos vindos do banco de trás, porém decidi ignorar.
Eu só queria fechar meus olhos e desaparecer para sempre. Talvez desse jeito tudo voltaria ao normal e Kelsey estaria fora de perigo. 
Após alguns minutos, decidi que seria melhor se eu dissesse algo, qualquer coisa para evitar esse silêncio. - Você quer ir para casa ou…?
Esperei por uma resposta, batendo meus dedos no descanso de braço. 
- Não. - Kelsey murmurou. - Não posso ter meus pais me vendo desse jeito. - ela sussurrou. 
Assenti, me inclinando para tirar as chaves da ignição. Abrindo a porta do carro, bati para fechar antes de dar a volta para o lado de Kelsey. Puxando a alça e abrindo sua porta, eu me agachei até o nível de Kelsey. Acariciei seu rosto suavemente antes de escorregar meus braços por baixo de suas pernas e em volta de sua cintura, a carregando e fechando a porta com meu quadril, andando pelo caminho que dava na porta da frente. 
Para minha sorte, já estava entreaberta. A chutei para abri-la totalmente e caminhei para dentro da casa e para o segundo andar pelas escadas, não me importando em checar se os caras estavam ali ou não. 
Virando no corredor, abri a porta do meu quarto antes de entrar e colocar Kelsey deitada na minha cama. Olhei para ela antes de suspirar e me afastar e ir fechar a porta suavemente.
KELSEY POV
Assisti enquanto Justin fechava a porta do seu quarto, nos deixando juntos, sozinhos. Engoli em seco, lambendo meus lábios.
Meu corpo todo doía e minha cabeça latejava sem parar com uma dor de cabeça dolorosa. 
Hoje foi algo que eu não poderia descrever nem se eu tentasse. Pareci que eu vivi uma novela ou algo do tipo. 
Eu não conseguia acreditar que tudo isso aconteceu comigo mas eu estava feliz que tudo havia acabado. 
Tudo que eu queria era tomar um banho e esquecer o que aconteceu. 
Olhei para cima quando ouvi o barulho de algo vindo em minha direção. Mordi meu lábio, não sabendo o que dizer ou fazer. Suspirando internamente, eu comecei a brincar com meus polegares, evitando os olhos de Justin em mim. 
A cama se mexeu devido ao pedo que ele colocou nela. - Você quer tomar um banho? - ouvi Justin murmurar suavemente. 
Olhei para ele, assentindo. - Sim, por favor. 
Ele levantou novamente, andando até mim e me carregando pela segunda vez nessa noite, antes de andar até o banheiro. 
Me colocando sentada na pia, eu inspirei profundamente, segurando em seus ombros por um segundo para me equilibrar antes de soltá-lo. 
Justin olhou dentro dos meus olhos por um momento antes de se virar e ir até o chuveiro, girando o registro e enchendo a banheira com água morna. 
Eu mordi meu lábio, o olhando enquanto ele sentia a temperatura da água com seus dedos, de costas para mim. 
Quando tudo estava pronto, ele caminho de volta a´te mim. - Ok, a banheira está pronta. Você vai ficar bem sozinha ou precisa de alguma ajuda? - ele lambeu os lábios, olhando nos meus olhos mais uma vez. 
Eu não sei o que era mas tinha algo sobre o jeito que ele me olhava que fazia meu estômago dar cambalhotas. 
Neguei com a cabeça. - Não, eu estou bem. 
Ele assentiu. - Me chame se precisar de algo. Vou estar lá no quarto, ok?
Coloquei uma mecha de cabelo por trás da minha orelha. - Ok. 
Ele se inclinou e pressionou seus lábios suavemente sobre minha testa, antes de sair do banheiro e fechar a porta com um “click!”.
Eu desci da bancada devagar, não querendo me machucar mais do que já estava, tirei meus jeans e a jaqueta de Justin. A segurei por um momento, sentindo a textura contra minha pele. 
Respirei profundamente, jogando a jaqueta para o lado e tirando meu sutiã e calcinha, sentindo doer por dentro de mim e também os jogando para o lado. 
Entrando na banheira, eu estremeci com a súbita sensação calorosa mas me acostumei rapidamente, entrando com todo meu corpo. 
Me senti bem em estar segura novamente. Numa atmosfera com a qual eu estava acostumada ao invés da outra na qual eu estava presa por algumas horas. Também me senti revigorada em poder lavar toda a sujeira que sentia em mim. 
Pegando uma pequena esponja, comecei a esfregar minha pele, querendo nada mais do que esquecer que hoje aconteceu e a sensação das mãos e lábios de Luke em mim. 
Não foi até eu acabar de lavar meus cabelos e voltar a lavar meu corpo que eu realmente caí na real sobre os acontecimentos de hoje. Ver os cortes e hematomas no meu pulso levou minhas emoções a um novo nível e em segundos, as lágrimas envolveram meus olhos e tudo ficou embaçado. 
Nem percebi que havia começado a chorar muito até ver a vermelhidão nos meus braços e pernas por ter esfregado por tanto tempo enquanto sentia as lágrimas caírem na água com sabão. 
Mordi meu lábio, querendo me silenciar e não ser ouvida por ninguém. A última coisa que eu queria era que alguém entrasse aqui enquanto eu estava nua na banheira. 
Fungando, eu engoli em seco, balançando minha cabeça. Eu precisava me livrar desses pensamentos. Precisava esquecer tudo sobre Luke, Andrew e tudo que aconteceu hoje. 
Eu precisava. 
JUSTIN POV
No momento em que ouvi o som de respingos de água, eu relaxei. Me recostando contra o travesseiro, respirei profundamente algumas vezes, querendo limpar a minha mente. 
Como eu pude deixar isso ir tão longe? Como pude deixar ela se machucar? Como pude deixar Luke colocar suas mãos nela?
Eu devia ter percebido de cara que ele havia a levado. Eu deveria ter sido mais rápido, deveria ter pensado claramente e talvez se eu tivesse, teria a salvado de passar por tudo isso.
Passei meus dedos pelos meus cabelos raivosamente, puxando o fim dos fios em frustração. Como você pode salvar a pessoa com quem se importa quando não pode nem se salvar? 
Alguns minutos depois, ouvi um soluço fraco vindo do banheiro e instantaneamente, senti meu coração despencar. 
Esperei para ver se continuaria e quando continuou, senti doer a parte de trás dos meus olhos.
Continuei a ouvir, desejando que tudo parasse.
Eu queria ir até lá e acalmá-la. Queria dizer que ela vai ficar bem, que ela vai ficar bem e que tudo isso será esquecido e vida voltará ao normal. 
Mas eu sabia, que mesmo que ela conseguisse não pensar sobre isso, as memórias, as cicatrizes, elas ainda estarão lá para lembrá-la todos os dias do que aconteceu. 
Ela nunca poderia escapar.
Eu esfreguei meus olhos, balançando a cabeça enquanto o soluço se transformou em choro, a vibração do choro de Kelsey passando pela porta e irradiando em minhas orelhas, cantando em um tom que eu não queria ouvir. 
Eu não estava lá quando Luke a tocou. Eu não estava lá quando ele quase a estuprou. Eu não estava lá quando ela estava assustada e precisava de mim. Eu não estava lá e eu nunca poderia me perdoar por tê-la colocado nessa posição. 
Senti os cantos dos meus olhos queimarem, e antes que eu soubesse, as lágrimas começaram a se acumular e mais cedo do que eu poderia detê-las, elas escorregaram por minhas bochechas. 
Eu apertei meus olhos, balançando a cabeça. 
- Me desculpe. - sussurrei para ninguém em particular, mas em meu coração, eu sabia exatamente com quem eu conversava. - Me desculpa por não tê-la salvado mais cedo. - pausei, lambendo meus lábios. - Foi tudo minha culpa.
- Não, não foi. - ouvi um fio de voz conversar comigo e sentei rapidamente na cama, esfregando meus olhos para ver John parado na porta que dava para o meu quarto. 
Permaneci quieto, sem ser capaz de dizer algo. Corri minhas mãos pelo meu rosto, me livrando da evidência de que eu estava chorando. 
- Você não precisa esconder seus sentimentos. - John caminhou para dentro do quarto, fechando a porta atrás dele. - Eu posso ver em seus olhos. Você se importa com ela e eu sei que isso está te matando por dentro. Eu sei que está te comendo vivo o fato de você não tê-la salvado antes mas você precisa perceber que não teve controle sobre tudo isso. 
Balancei minha cabeça. - Eu deveria tê-la simplesmente contado a porra da verdade sobre Jen. Se eu tivesse, nada disso teria acontecido. - me repreendi amargamente. 
Johnm suspirou. - Mesmo se você tivesse, você sabe que ele teria arranjado outro jeito de chegar à Kelsey. Você não é um super herói, Justin. Você é um humano como todos nós. 
Eu desviei meu olhar dele. - Eu não deveria tê-la deixado entrar naquele carro. 
- Não. - John retrucou. - Você não deveria mas o que está feito está feito e você não pode mudar isso Justin, mas eu sei o que você pode fazer. 
Engoli em seco, lambendo meus lábios, querendo que ele continuasse. 
- Você pode garantir que ela fique bem e você pode confortá-la, porque isso é o que ela mais precisa no momento. Ela não precisa de você se culpando por isso. Ela precisa de alguém que esteja ali por ela e nós dois sabemos que esse alguém aqui é você. - com isso, ele girou em seus sapatos, andando até a porta. - Oh, e Justin?
Eu olhei para ele. 
- Você pode achar que é invencível, mas nós todos despencamos algumas vezes. - e então a porta se fechou, me deixando sozinho no quarto novamente. 

Danger capitulo 27



KELSEY POV
Senti meu estômago afundar dentro de mim quando percebi que ia ser forçada a fazer algo que eu não queria.
Não só estava amarrada à cama como ele não iria parar, não importava quantas vezes eu implorasse.
Ele só continuou fazendo o que bem queria, me fazendo chorar ainda mais.
Eu me senti inútil, me senti suja… me senti nojenta.
Eu só queria que ele se apressasse para acabar logo com isso. Me matava mais ainda saber que eu não podia fazer nada, eu tinha que continuar deitada aqui enquanto tudo acontecia.
Apertei meus olhos com força no momento em que o senti começar a puxar o botão da minha calça jeans. Comecei a gritar mais uma vez, fazendo qualquer coisa para tentar distraí-lo do que ele estava prestes a fazer.
Em vez de fazê-lo, Luke acabou se frustando e colocou a mão na minha boca, bloqueando os meus gritos.
- Por favor… - chorei contra a sua mão, mas acabou saindo um como um monte de palavras abafadas, me fazendo chorar ainda mais.
Comecei a mover a parte inferior do meu corpo, tentando acertar meu joelho em algum lugar onde iria doer muito. Fazendo qualquer coisa para ganhar tempo.
- Porra vadia, pare de se mexer! - ele gemeu, empurrando-se com mais força contra o meu corpo, me fazendo ofegar.
Comecei a gritar ainda mais alto contra a sua mão, desesperada para que este pesadelo terminasse.
Luke sorriu, balançando a cabeça.
- Você não aprende, não é babe? - zombou. - Eu vou te foder com força e não há nada que você possa fazer contra isso. - ele piscou sutilmente antes de se inclinar para forçar seus lábios contra o meu pescoço mais uma vez.
Comecei a choramingar em absoluto horror e descrença. Abri minha boca para dizer alguma coisa quando a porta voou e eu comecei a tremer imediatamente, com medo de quem poderia ser.
- Você tem cerca de três segundos para sair de cima dela antes que eu exploda a sua cabeça em pedaços. - uma voz muito familiar soou em meus ouvidos, fazendo uma onda de arrepios subir por minha pele.
Luke tirou os lábios do meu percoço, rosnando modestamente.
- Quem diabos você acha que é para me interromper? Eu disse que você teria a sua chance com ela mais tarde.
Quem estava na porta, riu.
- Eu acho que você não entendeu, Luke…
- E eu acho que você não entendeu. - ele cuspiu irritado. - Eu estou ocupado.
Sem mais nenhuma palavra, um tiro explodiu a alguns centímetros de onde minha cabeça repousava. Eu pulei, tentando me afastar.
- Que porra é essa? - Luke saiu de cima de mim, virando-se para olhar para a porta, me dando uma visão clara de Justin ali, com um olhar cheio de ódio.
Uma onda de alívio tomou conta de mim, enquanto as lágrimas envolviam meus olhos. Coloquei a mão sobre a minha boca, chocada ao vê-lo ali.
- Da próxima vez, vai ser no seu peito que eu vou enterrar essa bala. - Justin zombou, segurando firmemente a arma em sua mão.
JUSTIN POV
- Bieber, - Luke fervia de raiva, com a respiração afiada. - Que porra você está fazendo aqui? - ele resmungou calmamente.
- Você achou que eu não iria juntar as peças? - ri, acenando com a cabeça. - O quão retardado você acha que eu sou?
Luke abriu a boca quando eu imediatamente o interrompi.
- Você é um idiota se pensou que eu não iria descobrir que você havia a levado. Grande erro da sua parte pensar isso, porque se você fosse esperto, não teria feito o que fez..- estreitei meus olhos, deixando minha voz em um tom frio.
- Teve tempo suficiente, Bieber. - Luke riu. - Quero dizer, passou quanto? - ele fingiu olhar para o relógio. - Uma hora? Duas? Talvez mais? Eu pensei que você fosse um profissional nesse tipo de coisa.
Um sorriso doentio tomou conta dos meus lábios.
- Sabe, - fiz uma pausa, brincando com o aro da minha arma. - eu sou um profissional em assassinato. - olhei para cima.
- Eu deveria sentir medo de você? - Luke respondeu com uma sobrancelha arqueada.
Eu sorri, divertido. Que tipo de pergunta é essa? Qualquer um na sua posição estaria se cagando nas calças agora.
Eu me lembro quando Parker estava se cagando nas calças enquanto eu o mantinha preso no chão.
- Você deveria ter. - foi tudo o que eu disse antes de me inclinar para a frente, acertando o punho em seu rosto rosto, fazendo-o voar para trás. Andei até ele, lhe dando vários socos no rosto, o causando uma dor redobrada.
Tirei esse tempo para correr até Kelsey, desatando a sua mão esquerda antes de desatar a direita. Amaldiçoei os nós fortes com a respiração ofegante, tentando desesperadamente desatá-los. No segundo em que eu libertei suas mãos, fui puxado para trás com força, caindo no chão e sentindo um punho colidir contra meu nariz.
Ouvi um estalo indicando que algo foi quebrado. Luke acertou vários outros socos sucessivamente, me batendo no queixo e na bochecha até que o empurrei de cima de mim, me levantando e começando a batê-lo sem nenhuma pausa em seu rosto, rasgando seu lábio.
Luke soltou um gemido de dor me fazendo sorrir em triunfo. Se ele estava com dor agora, espere só pra ver quando eu terminar.
Me levantei de cima dele, o agarrando pelo pescoço e o prensando contra a parede, chegando perto do seu rosto.
- Você teve muita coragem em colocar sua mãos na minha garota, você sabe disso, não é? - cuspi com raiva.
Luke lutou para se libertar mas manteve a sua expressão séria, sorrindo apesar da posição na qual se encontrava.
- Ela tem um corpo de matar, Bieber.- ele lambeu os lábios, fazendo uma careta ao sentir o corte. - E peitos enormes, - fez uma pausa, tentando respirar. - não é á toa que você a mantém por perto.
Eu o puxei para longe da parede antes de o empurrar novamente.
- Eu calaria a minha boca se fosse você. - travei minha mandíbula, ignorando a dor que senti ao fazer isso.
- Ou o que?
Sorri maliciosamente.
- Eu vou te matar. - deixei minha voz sair em sussurro e quando ele estava prestes a responder alguma coisa, o agarrei violentamente pelo pescoço, apertando minha mão em volta, o que o fez tentar lutar contra.
Ele começou a puxar minha mão, querendo tirá-la de seu pescoço.
Eu balancei minha cabeça. transformando minha mão livre em um punho antes de socá-lo na barriga, fazendo-o despencar e começar a tossir.
Eu o levantei novamente, o socando novamente na barriga antes de socar a lateral de seu rosto.
Senti uma presença a mais na sala. Não me atrevendo a olhar, continuei com Luke, apertando meus dentes juntos em completa fúria.
Tudo que esse merdinha fez, variando das suas primeiras palavras para mim, Jen, a lanchonete, ele me esfaqueando, tudo levando ao sequestro de Kelsey e fazendo Deus sabe o que com ela. É demais e eu sabia que bem aqui, tudo chegaria a um fim.
Pegando um punhado da sua blusa, eu o puxei para perto da parede e o empurrei com força nela, onde ele bateu sua cabeça.
Me virando, eu olhei imediatamente para Kelsey, para vê-la encolhida em um canto com seus braços abraçando seu corpo, tremendo.
Meus olhos se suavizaram e foi quando percebi o corte na lateral de seu rosto e pescoço, a exposição de seu peito para que qualquer um visse e o botão de suas calças jeans desabotoado. A raiva pulsando em minhas veias e se eu pudesse me olhar no espelho, eu estaria provavelmente vermelho como um tomate.
Me acalmei o suficiente para tirar minha jaqueta e caminhar cuidadosamente até o seu corpo trêmulo. - Aqui, vista isso. - sussurrei suavemente, sabendo que ela estava assustada.
Ela mordeu seu lábio, pensando no que fazer.
Eu pousei uma mão em seu ombro levemente e ela encolheu drasticamente, recuando sua cabeça para longe de mim.
Uma pontada de tristeza me atingiu. Ela estava aterrorizada.
- Eu não vou te machucar. - resmunguei. - Só vista a jaqueta para que ela te cubra.
Ela assentiu fracamente, seu braço tremendo quando ela o estendeu, pegando a jaqueta de mim e segurando-a perto de seu peito.
Tudo que eu queria fazer era abraçá-la e prometer que tudo iria ficar bem. Eu queria ter certeza de que ela estava bem e levá-la para casa onde ela estaria segura, mas antes de eu poder fazer isso, eu tinha negócios a cuidar.
E foi quando tudo voltou como uma enchente instantânea, a fúria tomou o controle novamente e eu me virei para Luke, apenas para ver que ele havia desaparecido. Franzi minhas sobrancelhas, confuso, pensando para onde ele teria ido nesse intervalo de tempo.
Andando até a porta, eu estava prestes a pisar fora da sala quando ouvi uma voz fraca me pedindo para tomar cuidado, quando senti algo acertar a parte de trás da minha cabeça. Eu caí no chão em dor, gemendo.
Olhando para cima, eu vi Luke segurando uma arma. A minha arma.
Eu nem percebi que havia a deixado cair.
Minha visão se tornou turva de repente, quando comecei a ver dois dele. O olhei insatisfeito. Apenas um Luke é o suficiente, obrigado.
Tentei me sentar apenas para ser forçado para baixo mais uma vez pela bota preta de Luke em meu peito.
Eu gemi.
- Você acha que pode simplesmente fazer tudo isso e sair por cima? - ele balançou a cabeça com um sorriso divertido. - Você subestima o que eu sou capaz de fazer, Bieber.
Lutei contra a vontade de rir alto. Ele faz parecer como se ele fizesse isso por muito tempo, quando só está nesse jogo por um ano. Eu faço isso desde que consigo me lembrar.
Virei minha cabeça lentamente e foi quando percebi que John havia conseguido subir as escadas. Ele segurou a sua arma para cima, tremendo-a um pouco, sinalizando que ele estava ali para me apoiar.
Eu assenti antes de virar novamente para Luke. - Você pode chupar meu pau. - zombei.
- Péssimo o fato de eu não ser a sua vadiazinha nessa sala. O que me lembra, - ele riu. - Eu vou fuder ela assim que acabar com você.
- O que faz você pensar que vai viver o suficiente para isso? - arqueei uma sobrancelha.
Luke ia dizer algo quando John levantou sua arma e atirou para cima, chamando a atenção de Luke, me dando tempo o suficiente para empurrar seu pé de mim e levantar, quando segurei o pulso de Luke e o bati contra a parede, soltando minha arma de sua mão.
Pegando-a, eu bati a ponta contra a cabeça de Luke, cortando-a antes de puxá-lo e atê-lo no chão. Dando um passo para trás, eu assisti quando ele segurou a lateral de seu corpo e sua barriga, gemendo em dor.
- Foi ótimo de conhecer, Luke. - pronunciei seu nome com tanto desgosto, que você poderia sentir a aversão. Segurei minha arma para cima, mirando em seu peito, apertando levemente o gatilho, me preparando para atirar e acabar com sua vida de uma vez por todas.
- Não . - uma voz suave falou.
Eu uni minhas sobrancelhas em confusão. Não me atrevia me virar, no entanto. - O que?
- Não atire, Justin. - finalmente reconheci a voz por ser a de Kelsey.
Segurei a arma com mais força ainda. - E por que não?
- Porque… - ela chegou perto de mim, segurando a jaqueta fortemente contra seu corpo.
Eu balancei minha cabeça. - Não há a mínima chance de eu deixar esse filho da puta vivo. Ele vai pagar pelo que fez com você.
- Eu estou bem Justin. Olhe, ele não fez nada.
- É, não graças a mim. Se eu não tivesse vindo, ele teria te estuprado e Deus sabe o que mais ele faria depois. - eu cerrei meus dentes, sentindo a necessidade de matá-lo crescer a cada segundo que se passava.
- Mas você me salvou. - ela sussurrou, pressionando a mão contra meu ombro. - Não é isso que importa? Que eu esteja bem?
- É claro que isso importa. - resmunguei. - Mas ainda não é desculpa para o que ele fez com você. Eu vou matá-lo por apenas pensar em cruzar meu caminho e colocar as mãos em você. Uma coisa é me atacar. Outra bem diferente é atacar as pessoas com quem eu me importo.
- Não faça isso Justin. Por favor, eu só quero ir pra casa. - ela choramingou. - Por favor… - eu podia sentir o desespero em sua voz.
Pensei sobre por um momento antes de finalmente, abaixar meu braço. Guardando a arma atrás de mim como sempre fazia, ouvi Kelsey soltar um suspiro profundo.
- Obrigada. - ela sussurrou.
Eu assenti, me vitando instantaneamente, meus braços em volta de sua figura minúscula, a puxando contra meu corpo. Levou um tempo até que ela também colocasse seus braços em volta de mim, retribuindo o abraço.
Pressionei meus lábios no topo de sua cabeça. Ela me apertou ainda mais forte, enterrando sua cabeça em meu peito.
- Me desculpe. - sussurrei em seu cabelo. - Isso não era pra ter acontecido.
- Não é sua culpa. - ela sussurrou de volta.
Eu me afastei um pouco, olhando para seu rosto ferido. Meu estômago se revirou dolorosamente. Segurando seu rosto com minhas duas mãos, eu olhei em seus olhos, me inclinando e pressionando meus lábios firmemente contra os dela.
Ela me beijou de volta, segurando a base do meu pescoço enquanto o fazia.
Eu me afastei , minha respiração batendo contra a dela, antes de agarrar sua mão a minha. - Vamos sair daqui.
Ela assentiu.
Antes de sair, virei para ver que Luke ainda estava jogado no chão com a dor.
Puxando a arma de trás, eu atirei em sua perna. - O carma é uma merda. - cuspi antes de me virar e descer as escadas, saindo do armazém com Kelsey ao meu lado e John nos seguindo de perto.
Eu posso não o ter matado hoje, mas o filho da puta vai ter o que merece, de um jeito ou de outro. Eu irei ter certeza disso.